sábado, 14 de fevereiro de 2009

Carlos Páscoa renuncia cargo


O social-democrata Carlos Páscoa surpreendeu o executivo ao renunciar ao cargo de Vereador da Câmara Municipal de Soure para deixar “espaço aberto” ao novo candidato à autarquia.


Carlos Páscoa aproveitou o final da reunião camarária de hoje (12 de Fevereiro)para apresentar a sua renúncia ao cargo de Vereador, tendo surpreendido o executivo liderado por João Gouveia.


O Vereador, que nas últimas eleições encabeçou a lista do PSD, apenas justificou a sua decisão com o facto de deixar “espaço aberto” ao novo candidato do PSD, que “será apresentado muito em breve”. Depois, cumprimentou todo o executivo e deixou um “abraço de consideração e respeito” aos dois companheiros de bancada, Fernando Martinho e Aurindo Santos.


João Gouveia não escondeu a sua surpresa e desejou-lhe “as maiores felicidades a título profissional e pessoal”, já que do ponto de vista político...


O seu lugar será ocupado por Maria Cidália Tavares ou Vítor Espírito Santo, já que em Outubro de 2007 quando Páscoa suspendeu o mandato por 120 dias Maria Cidália não ocupou o lugar na vereação.


Carlos Páscoa, administrador da Fundação Bissaya Barreto e ex-presidente da Concelhia de Coimbra do PSD, foi presidente da Assembleia Municipal de Soure, tendo nas últimas autárquicas encabeçado a lista à Câmara Municipal, numas eleições marcadas pela “transferência” de João Gouveia do PSD para o PS.


No final da reunião camarária, em declarações ao Notícias do Centro, Carlos Páscoa não adiantou mais justificações para a sua decisão, reforçando a argumentação de deixar espaço para que o PSD possa preparar a candidatura às próximas eleições.

Questionado sobre o seu envolvimento no processo autárquico, ou mesmo se iria recandidatar-se à presidência, Carlos Páscoa foi evasivo tendo apenas referido que está disponível para aquilo que o partido entenda que possa ser útil, adiantando que é “um militante disciplinado”.

In Notícias do Centro
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Caixa de Crédito de Soure assaltada

Dois homens encapuzados ameaçaram clientes e funcionários da agência bancária e saíram céleres depois de terem o dinheiro em seu poder.
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Dois indivíduos encapuzados assaltaram ontem a agência da Caixa de Crédito Agrícola de Soure.
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Uma «investida rápida», concretizada às 9h10, pouco depois da abertura da instituição bancária.
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Na altura encontravam-se na agência quatro funcionários e três clientes. Os dois homens, que aparentavam ser bastantes jovens, na casa dos 20 anos, segundo apurámos, entraram nas instalações encapuzados e, já no interior, retiraram duas caçadeiras de canos serrados que transportavam dentro de sacos. Com as armas em punho, ameaçaram funcionários e clientes, exigindo o dinheiro existente em caixa.
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Com a verba em seu poder, cujo montante não conseguimos apurar, os dois assaltantes abandonaram as instalações da agência, localizada no centro da vila, na Avenida Neuville Poiteau, e puseram-se em fuga. À sua espera, no exterior, estava um terceiro elemento, que aguardava numa viatura ligeira, de cor cinzenta, onde o trio fugiu rapidamente, dirigindo-se para Sul.
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A juventude dos assaltantes, bem como «o nervosismo» que aparentavam, poderá indicar estar-lhe perante “iniciados” no mundo do crime. Também a escolha do dia pode ser um sinal da sua inexperiência, uma vez que, pelo facto de ser dia de feira, representa uma movimentação acrescida naquela instituição bancária, o que, de resto, se confirmou, com o facto de estarem três clientes no local. Todavia, o mesmo facto – ser dia de feira – poderá ter sido interpretado com “favorável” para a concretização do assalto, uma vez que o pressuposto de uma maior movimentação de clientes, também poderia significar um reforço do dinheiro em caixa e, como tal, a possibilidade de levar uma quantia superior.
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Refira-se ainda que, sob a ameaça das armas, nem os funcionários nem os clientes tentaram oferecer qualquer resistência, não se registando, também, qualquer gesto de violência física por parte dos assaltantes, como sublinhou fonte da GNR, adiantando desconhecer o valor que os assaltantes roubaram.
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Este terá sido o primeiro assalto à mão armada na Agência de Soure da Caixa de Crédito Agrícola e, de acordo com fonte da GNR, nos últimos tempos não se registou ali qualquer situação semelhante. A excepção foi, recorde-se, um assalto a uma ourivesaria, também situada no centro da vila, com ameaça de uma arma de fogo, no final do ano passado.
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A GNR de Soure tomou conta da ocorrência e a investigação do caso, tendo em conta que se trata de criminalidade violenta, com o recurso a armas, foi entregue à Polícia Judiciária de Coimbra. Uma equipa de investigadores deslocou-se, ontem ao final da manhã, ao local do crime, no sentido de recolher indícios que possam conduzir à identificação dos assaltantes.
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A dependência de Soure da Caixa de Crédito Agrícola foi encerrada pouco depois do assalto, mas hoje prevê-se que retome o normal funcionamento.
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In Diário de Coimbra
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

CENTRO DE SAÚDE DE SOURE


CENTRO DE SAÚDE DE SOURE INICIA CURSOS
DE PREPARAÇÃO PARA O PARTO


O modo como a mulher/companheiro vivenciam a gravidez está condicionado por múltiplos factores, não apenas de ordem biológica e fisiológica mas psicológicos, sociais e culturais. A experiência da maternidade é extremamente variável e depende em grande parte do significado que lhe é atribuído. A mulher ao longo da vida houve vários relatos acerca do parto e vai construindo representações que vão influenciar essa gravidez e condicionar o seu comportamento durante o trabalho de parto.


A vigilância pré-natal tem um papel fundamental no sentido de identificar os conhecimentos, ansiedades, medos, experiências anteriores da grávida. A mulher, sendo detentora de mais informação e formação sobre o que vai acontecer, conhecendo o Bloco de Partos, tendo uma expectativa positiva face ao parto, tem maior probabilidade de manter o auto-controle durante o trabalho de parto e parto. A ansiedade e os medos relacionados com o parto têm sido apontados como factores importantes na ocorrência de parto prolongado ou distócico e sofrimento fetal, em que não se verificam causas mecânicas ou médicas.

O Centro de Saúde de Soure procura satisfazer os seus utentes oferecendo os mais diversos serviços nomeadamente: Medicina Familiar, Planeamento Familiar, Saúde Materna, Saúde Infantil, Saúde do adolescente, Cuidados de Enfermagem, Reabilitação, Saúde Pública, Serviço Social, entre outros. Considerando que o medo do parto continua a ocupar grande parte da gravidez provocando um aumento da ansiedade, com possíveis consequências durante o trabalho de parto e o parto foi criado desde Junho de 2008 um projecto de intervenção que ajuda a preparar os casais para um momento tão significativo como é o nascimento de um filho.

Os cursos de preparação para o parto/nascimento são coordenados por uma enfermeira especializada em Saúde Materna e Obstétrica e são dirigidos a grávidas/casais a partir das 28 semanas de gestação. São assim organizados pequenos grupos com encontros bi-semanais onde são esclarecidas todas as dúvidas e questões. As aulas são metade teóricas e metade práticas para que a grávida saiba reconhecer quando é o momento do seu filho nascer e com tranquilidade consiga aplicar o que aprendeu (respiração e relaxamento) facilitando o processo de nascimento.

Este curso é realizado em horário pós-laboral e oferece ao casal momentos de partilha aumentando a sua autoconfiança. Pretende-se assim:



  • Diminuir a ansiedade, o medo e consequente dor no parto;

  • Ter um melhor controlo, possibilitando um trabalho de parto e parto mais tranquilo;

  • Viver com plenitude este momento tão especial adquirindo a formação necessária sobre os cuidados ao recém-nascido (higiene, massagem e amamentação).


Com esta iniciativa pretende-se que os casais vivam serenamente um momento tão especial como é o nascimento de um filho.


CONTACTOS PARA MAIS ESCLARECIMENTOS:
Telef. : 236910120

by Sra Enfermeira Cristina Duarte

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"SOURE, O MELHOR E O PIOR..." APOIA A INICIATIVA!!!

NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE!!!

domingo, 14 de dezembro de 2008

Presidente ilibado com reticências

(Imagem retirada de: www.cm-soure.pt)


O presidente da Câmara Municipal de Soure (CMS), João Gouveia, acaba de ser ilibado no âmbito de um inquérito instaurado em 2005 pelo Ministério Público, soube hoje o “Campeão”.

“Não foi reunida prova bastante [acerca] da prática de qualquer crime”, concluiu a procuradora-adjunta Alexandra Alves. Contudo, a magistrada do Departamento de Investigação e Acção Penal de Coimbra considera ter sido “impossível remover a suspeição”.

A cumprir o quarto mandato, o edil foi eleito pelo PSD em 1993 (com recondução em 1997 e 2001) e reeleito pelo PS em 2005 (sete meses depois do início do mandato do actual Governo).

A investigação a que o autarca foi submetido pautou-se por três vertentes: eventual violação do Plano Director Municipal através de uma urbanização na Granja do Ulmeiro, alegado favorecimento de uma filha de Gouveia num concurso para provimento de um lugar na CMS e suposto recebimento de dinheiro de um empresário como presumível contrapartida face à operação de loteamento de um terreno adjacente às novas instalações da Escola Secundária de Soure.

A averiguação adstrita à última vertente prende-se com o uso permitido para um terreno que mudou de mãos por ocasião da escolha do local para implantação do novo edifício do estabelecimento de ensino.

Uma operação de loteamento, aprovada há um ano, contemplou uma superfície de 60.000 metros quadrados, sendo que, outrora, a parcela a urbanizar estava alegadamente incluída na Reserva Ecológica Nacional.

Impedido de erguer edifícios, o anterior proprietário do terreno vendeu-o, há cerca de uma década, por mais de um milhão de euros, a uma empresa de investimento imobiliário.

Volvido meio ano sobre o acordo que abriu caminho ao negócio, a CMS e a Direcção Regional de Educação do Centro celebraram um protocolo com vista à construção de novas instalações para a Escola Secundária de Soure.

Segundo o despacho de arquivamento do inquérito, em data indeterminada, o empresário comprador do terreno e o autarca negociaram, a título particular, a cedência de uma parcela da quinta das Nogueiras para implantar o edifício escolar.

Em Julho de 2002, João Gouveia terá admitido que a CMS procedesse à implantação de uma zona residencial em redor das novas instalações da Escola Secundária.

Volvidos dois anos (em meados de 2004), foi aprovada pela edilidade a elaboração de um plano de pormenor mediante suspensão parcial do Plano Director Municipal (PDM).

Na perspectiva da procuradora-adjunta Alexandra Alves, há suspeita de tratamento diferenciado em função da viabilização de construção concedida ao empresário.

Segundo a magistrada, a edificação de novas instalações para a Escola Secundária terá constituído “um pretexto” para se proceder à suspensão parcial do PDM e à elaboração do plano de pormenor que viabilizou a construção de uma zona residencial.

A avaliar por declarações do empresário, a compra da referida quinta não foi precedida de qualquer conversa entre ele e o autarca.
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In Campeão das Províncias
By CP
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